sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Boas Festas!


E se foi 2011! Cidade Juá vai se despedindo neste seu primeiro ano de atuação. 2012 promete! Ano de eleições municipais, quando Juazeiro e o Cariri decidirão importante capítulo de seu futuro. Desejo a todos, seguidores e leitores, um Feliz Natal e um próspero Ano Novo! Até janeiro!

Dr. Paulo Leonardo Celestino e família

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Governador desconhece projetos caririenses

Recentemente vários projetos de interesse do Cariri vieram à tona através dos políticos locais, como a instalação de um Porto Seco e a construção de rodovia ligando Missão Velha ao aeroporto. Foi realizado até um debate com várias autoridades no Hotel Verdes Vales. Com a anunciada vinda do governador, esperava-se alguma manifestação do mesmo em relação a estes anseios caririenses. Mas em recente entrevista ao programa de rádio Jornal da Tarde, o governador revelou total desconhecimento ou falta de interesse em implementar estes projetos. 

Quando indagado sobre a rodovia Missão Velha - aeroporto, pensou que seria uma reinvidicação dos moradores do sítio Gavião e afirmou que respeitava a vontade da comunidade mas a rodovia não estava no planejamento do governo. Ora, esta estrada não é para apenas uma comunidade, e sim para toda a região, pois através dela haverá a ligação da ferrovia transnordestina com o aeroporto do Cariri. E de Porto Seco, absolutamente nada se falou. Interessante que vários participantes do debate do Jornal do Cariri, onde defenderam com unhas e dentes, estavam presentes acompanhando o governador, e ficaram calados feito cordeirinhos. Esta é a classe de políticos que temos.

Outra obra comentada foi o Anel Viário, e desta vez o governador desconversou totalmente. Afirmou ser uma obra de responsabilidade da prefeitura e o governo assumirá uma pequena parte, mas mesmo assim não existe nenhum projeto definido. Ou seja, esperaremos sentados e o Anel Viário provavelmente não sairá.

Claro que agradecemos pelo Hospital Regional, Centro Multifuncional, Roteiro da Fé, e tantas outras obras. Mas o governador deveria dar mais atenção aos projetos que garantiriam grande desenvolvimento no futuro. Ou estaria interessado em Porto Seco e indústrias apenas na sua terra natal?

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Comércio próximo ao Cariri Shopping se fortalece

Pequena galeria em frente ao shopping.

Concessionárias como a Peugeot e a Nissan. Lanchonetes como a Esfiha Paulista, farmácias e lojas como a San Remo Baby. E pequenas galerias como a mostrada acima na foto na Av. Castelo Branco: 5 à Sec, Não + Pêlo e várias lojas. É o comércio crescente em volta do Cariri Shopping.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Porto Seco: a bola da vez

 Porto Seco em Cuiabá

A instalação de um Porto Seco em Missão Velha para o Cariri tirar proveito da ferrovia transnordestina é o assunto do momento. Mas o que é Porto Seco? Cidade Juá reproduz a definição do wikipédia e traz alguns exemplos pelo Brasil, curiosamente vários são de empresas privadas:


Porto Seco no Rio de Janeiro

Porto seco ou EADI é um terminal intermodal terrestre diretamente ligado por estrada, via férrea e/ou até aérea.
Além de seu papel na carga de transbordo, portos secos podem também incluir instalações para armazenamento e consolidação de mercadorias, manutenção de transportadores rodoviários ou ferroviários de carga e de serviços de desalfandegamento.
Com o uso dos portos secos, as mercadorias exportadas já chegam aos portos marítimos prontas para o embarque, enquanto que no caso das importações pode-se tirar as mercadorias dos portos marítimos mais cedo, onde a armazenagem custa substancialmente mais caro. Hoje no Brasil já existem 63 portos secos, sendo 35 unidades em 14 estados diferentes, 1 no Distrito Federal e 27 unidades apenas no estado do São Paulo.
O maior porto seco da América e terceiro maior do mundo está localizado em Uruguaiana.
Fonte: Wikipedia.

Nova concessionária SsangYong


Verdadeira cascata de inaugurações de concessionárias. Já foram recentemente Nissan, Kia, Renault, Peugeot e agora a SsangYong, para variar na Av. Padre Cícero. E vem mais por aí...

sábado, 17 de dezembro de 2011

Terceirização: Qual o rumo certo?

Obras causam confusão no Mercado Pirajá

Em um passado não muito distante, o Estado brasileiro era dono de empresas que atuavam em diferentes ramos: as chamadas “estatais”. Tínhamos as teles, as siderúrgicas, os bancos, dentre tantas outras. No primeiro momento, elas foram necessárias para fomentar a industrialização e modernização do país, mas com o passar do tempo tornaram-se ineficientes (a maioria) e muitas serviam, inclusive, como cabides de empregos. Também com as consecutivas crises das décadas de 80 e 90, o Estado revelou-se incapaz de gerir tantas empresas e cuidar, ao mesmo tempo, das suas atribuições básicas, como a saúde e a educação.

A partir, principalmente, do governo FHC, começaram a acontecer as privatizações, ou seja, a venda de várias empresas estatais para grupos particulares. Apesar de demonizadas por muitos, as privatizações funcionaram em diversos setores. O caso mais emblemático é a telefonia. Antes, o serviço era totalmente deficiente e conseguir uma linha consistia num verdadeiro martírio. Hoje, mesmo com as reclamações contra algumas operadoras, qualquer cidadão pode possuir um telefone, seja fixo ou celular. E como consequência da diminuição das atribuições dos governos, podemos testemunhar o aumento de investimentos nas áreas sociais e na infraestrutura (um longo caminho a se percorrer ainda...).

Para àqueles que não suportam nem ouvir a palavra “privatizar”, tem-se a opção da terceirização. Ao invés de vender definitivamente o patrimônio público, o gestor concede a grupos privados o direito de gerir determinado equipamento público durante um período de tempo. Isto deve acontecer com direitos e obrigações bem definidas para ambas as partes.

Dentro deste contexto de otimização dos gastos, assistimos aqui em Juazeiro nos últimos anos à concessão de vários logradouros públicos, como a rodoviária, o terminal intermunicipal e os mercados do Pirajá e Senhora Santana. A terceirização começou na gestão passada e continuou na atual. Virou um assunto polêmico. Primeiro porque foi entregue tudo a praticamente uma única empresa, e esta possui um modelo de administração muito ruim. O terminal intermunicipal foi descaracterizado, encheram-no de boxes deixando os passageiros quase sem espaço para esperar seus ônibus. Nem assento tem. Em relação aos mercados, as obras de ampliação de ambos se arrastam há vários anos instalando o caos para os comerciantes. É confusão atrás de confusão. Com certeza será um assunto muito explorado na campanha política.

É uma pena este modelo de terceirização distorcida estar conseguindo apenas a antipatia da população. Faltou planejamento, mais uma vez! Poderia ser uma boa alternativa para prevenir o sucateamento dos equipamentos públicos, tornando Juazeiro uma cidade bela e organizada. Infelizmente aconteceu o inverso, está tudo bagunçado. E pior é o jogo de empurra-empurra dos responsáveis, ninguém quer ser o pai da ideia, como também ninguém apresenta soluções. Esperamos que no calor da disputa eleitoral em 2012, alguém consiga vislumbrar uma luz no final do túnel!

Caixa: novos investimentos em Juazeiro do Norte

Recentemente foram anunciados novos investimentos da Caixa Econômica Federal: 01 nova agência no Pirajá vizinha ao novo Banco do Brasil da Av. Ailton Gomes e 02 novas lotéricas, uma bem próxima ao Banco do Brasil na Rua São Francisco e outra próxima ao Cariri Shopping, esta última ainda em planejamento.

 Nova lotérica na Rua São Francisco.


Nova agência na Av. Ailton Gomes, previsão de inauguração para o início de 2012.

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